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2.6.15

Mudança de horário nas aulas da Escola:

Sábado e Domingo:
  • 16 horas - Puppy Class I - cachorros de raças pequenas e cachorros de raças grandes até aos 3 meses.
  • 17 horas - Puppy Class II - cachorros de raças grandes a partir dos 4 meses.
  • 18 horas - Iniciados
  • 19 horas - Avançados

Terças e Quintas:
  • 18 horas - Iniciados
  • 19 horas - Avançados

Quartas (mantém o horário):
  • 11 horas às 13 horas: Iniciados + Avançados

Os novos horários entram em vigor a partir de dia 02 de Junho de 2015.

Ainda não é nosso aluno? A primeira aula é gratuita e sem qualquer compromisso! Apareça e venha divertir-se com toda a Família!!

15.4.15

AVEIRO Curso Intensivo de Treino e Bem-Estar em Cães


Um Hobbie... Uma Paixão...
Adora Cães, mas sente que lhe falta compreendê-los melhor? Venha conhecer mais sobre os sentimentos, cognição e outros segredos do comportamento dos Cães.
Um curso baseado nos mais recentes estudos científicos de comportamento e treino animal.

A EducaCão irá estar brevemente em Aveiro com um curso de dois fins-de-semana.
Poderá participar nos dois fins-de-semana ou em apenas um.

02 e 03 de Maio de 2015
16 e 17 de Maio de 2015


Inscrições e informações:

fseducacao@gmail.com





27.3.14

Tarde de Treino com Fernando Silva em Aveiro

A Educacão irá estar em Aveiro para duas tardes de treino.
Será no dia 31 de Março e 7 de Abril de 2014 entre as 15horas e as 19horas.
Inscrições e mais informações para ines.ma.guimaraes@gmail.com ou fseducacao@gmail.com
Não perca esta oportunidade para melhorar a relação com o seu cão.


11.2.14

Conceitos base no treino de cães/Basic concepts to the dog training

Texto de: Dr. Inês Guimarães, médica veterinária



(scroll down for the English version)


----Português----

Todo e qualquer animal aprende da mesma forma. Aquilo que é benéfico e vantajoso é repetido, aquilo que causa transtorno, dor ou algum tipo de desvantagem ou desconforto tende a não ser repetido ou evitado.

O condicionamento clássico fala-nos da associação de um estímulo com algo bom ou mau. Por exemplo, a música da carrinha dos gelados é associado a algo bom (à possibilidade de obter um gelado). Nos seus estudos, Pavlov concluiu que os cães eram capazes de antecipar a chegada de comida por associação com o som do metrónomo. Da mesma forma que é possível a associação de algo com um estímulo bom (um exemplo utilizado no treino de cães é a associação do clicker a uma recompensa) é também possível a associação com um estímulo mau (no treino de cães o *bip* que precede o choque quando se utiliza uma e-collar).


Baunilha
(Podengo Português)
O condicionamento operante diz-nos, de grosso modo, o seguinte: uma resposta a um estímulo leva a uma consequência; caso essa consequência seja benéfica, o comportamento (resposta) tem tendência a ser repetido – reforço – se, pelo contrário, consequência seja prejudicial, o comportamento (resposta) tem tendência a não ser repetido – punição. Diz-nos ainda que, quando adicionamos algo é positivo e quando removemos algo é negativo.

Por definição, os quatro quadrantes do condicionamento operante são:
Um reforço positivo (R+) é adição de algo que leva ao aumento de probabilidade de um comportamento ser repetido. (adição de algo bom)
Uma punição negativa (P-) é a remoção de algo que leva à diminuição da probabilidade de um comportamento ser repetido. (remoção de algo bom)
Uma punição positiva (P+) é a adição de algo que leva à diminuição da probabilidade de um comportamento ser repetido. (adição de algo mau)
Um reforço negativo (R-) é a remoção de algo que leva ao aumento de probabilidade de um comportamento ser repetido. (remoção de algo mau)

Ou seja, um reforço não significa, obrigatoriamente que algo de bom vai acontecer ao animal, pode ser, simplesmente, o evitar de um estímulo desagradável.

De uma forma a ser mais rápida a integração destas definições, a olhar para uma consequência fazemos duas perguntas:
- Está a adicionar-se ou a remover-se alguma coisa? (se se adiciona é positivo, se se remove é negativo)
- O adicionar/remover vai aumentar ou diminuir a probabilidade do animal voltar a executar o comportamento? (se aumenta é reforço, se diminui é punição)

Aplicando estas duas perguntas vou dar exemplos:
--> Um cão salta para cima de uma pessoa para pedir atenção; a pessoa vira costas e ignora.
- O estímulo do cão é ver a pessoa, a sua resposta é saltar-lhe para cima e a consequência é o ignorar por parte da pessoa.
- Está a remover-se a atenção; por isso é negativo.
- Uma vez que o cão não obteve o que queria (atenção), a resposta de saltar tem tendência a diminuir; por isso é uma punição.
- Logo, punição negativa.

--> Após sentar, é dado um biscoito ao cão.
- O estímulo é a vontade de sentar, a resposta é sentar e a consequência é a adição do biscoito.
- Está a adicionar-se o biscoito; por isso é positivo.
- O comportamento tem tendência a repetir-se porque houve uma boa consequência; por isso é reforço.
- Logo, reforço positivo.
--> Um cão passeia com estranguladora, puxa à trela, o dono dá-lhe um puxão. Seguidamente a pressão efectuada na estranguladora é aliviada porque o cão não está a puxar.
- Aqui temos duas coisas distintas… vamos à 1ª: o estímulo é algo que o cão cheirou e quer investigar (por exemplo), a resposta foi puxar à trela para tentar chegar mais depressa e a consequência foi o puxão.
- Está a adicionar-se o puxão; por isso é positivo.
- Está a diminuir-se a probabilidade do cão puxar (porque o cão sente dor/desconforto); por isso é punição.
- Aqui temos a trabalhar punição positiva
Mitu (Border Collie)
- Vamos à 2ª parte: o estímulo é evitar a dor/desconforto da estranguladora, a resposta é não puxar à trela e a consequência é continuar com a trela aliviada.
- Temos a remoção do puxão, logo negativo.
- Está-se a aumentar a probabilidade do cão não puxar (porque quer evitar algo), logo reforço.
- Aqui temos reforço negativo.


Qualquer que seja o quadrante utilizado, há aprendizagem por parte do animal. Contudo, o condicionamento operante não funciona independentemente do condicionamento clássico. Os dois acontecem ou podem acontecer em simultâneo.
O uso da P+ pode ter consequências nefastas exactamente devido ao condicionamento clássico.

Imaginemos um cão que apenas puxa à trela quando vê outro cão na rua. Usamos P+ (estranguladora, por exemplo) para que ele não puxe. Ora, o cão tanto pode associar a correcção com o puxar, como pode associar aos outros cães que andam na rua. Na segunda hipótese, o cão associa cão=correcção, logo cão=mau. E criamos, sem necessidade, um cão agressivo ou reactivo para com outros cães.

Outra das possíveis consequências do treino usando P+ é a associação da P+ ao dono e a consequente perda de vínculo entre dono e cão.

Outro dos problemas da P+ é a intensidade da punição. Há cães mais sensíveis que outros. Há cães que entram em shut down/learned helplessness por não conseguirem entender o porquê da P+ e preferem, por isso, não exibir qualquer tipo de comportamento. É um exemplo uma experiência feita com ratos em que o fundo da gaiola era uma grelha de choques eléctricos; estes, não tendo por onde ou para onde fugir depressa entenderam por mais que se mexessem não conseguiam evitar os choques e, nas descargas consequentes, mantiveram-se imóveis. Não quer dizer que eles não sentissem dor, simplesmente desistiram de tentar evitar os choques por não terem saída.



Fernando Silva
e Isabel Guedes

----English----

Every animal learns the say way. They repeat what gives them pleasure and they avoid what gives them pain.

Classical conditioning explains the association between a stimulus and something good or something bad. For example, the music in the ice cream trucks is related to something good (there is the possibility of getting ice cream). During his studies, Pavlov realized that dogs could anticipate the arrival of food because they had associated it with the sound of the metronome. The say way that is possible the association with a good stimulus (in dog training the clicker and reward) it is also possible the association with a bad stimulus (the *beep* that precedes the shock in a e-collar).

Operant conditioning says that a response to a stimulus generates a consequence; if that consequence is something good, the behavior (response) has a higher probability of being repeated – reinforcement – if that consequence is something bad, the behavior (response) has a lower probability of being repeated – punishment. It also states that the addiction of something is positive and the subtraction of something is negative.

By definition, the four quadrants of operant conditioning are:
Positive reinforcement (R+): it’s the addiction of something that raises the probability of the repetition of a behavior. (addiction of something good)
Negative punishment (P-): it’s the subtraction of something that lowers the probability of the repetition of a behavior. (subtraction of something good)
Positive punishment (P+): it’s the addiction of something that lowers the probability of the repetition of a behavior. (addiction of something bad)
Negative reinforcement (R-): it’s the subtraction of something that lowers the probability of the repetition of a behavior.
Lira (Whippet)

Reinforcement does not mean that something good is going to happen; it can be the avoidance of something unpleasant.

The easiest way of viewing these definitions is to ask yourself two questions:
- Are we adding or removing something? (if we are adding it’s positive, if we are removing it’s negative)
- The addiction/subtraction is going to raise or lower the probability of repetition of that behavior? (if it raises it’s reinforcement, if it lowers it’s punishment)

To apply this 2 questions here are some examples:
--> A dog that jumps on its owner to get attention; the owner turns its back and ignores the dog.
- The owner is removing the attention, so it is negative.
- As the dog didn’t get what he wanted, the probability of jumping again is going is lowered; so it’s punishment.
- Negative punishment.

--> We give a cookie to a dog that sat.
- We are adding the cookie; so it’s positive.
- The probability of repetition of the behavior is raised, so it’s reinforcement.
- Positive reinforcement.

--> A dog walks with a choke collar. He pulls on the leash and the owner yanks the leash. After that the dog stops pulling so the owner relieves the tension on the leash.
- This one is more complex, we have to divide in two consequences. In the first part there is the pulling and the yanking.
- The owner added the yank, so it’s positive.
- The discomfort/pain that the yanking produces lowers the probability of pulling, so it’s punishment.
- Positive punishment.
- In the second part the dog is no longer pulling, avoiding the yanking.
- The discomfort/pain is removed, so it’s negative.
- The avoidance of discomfort/pain raises the probability of not-pulling, so it’s reinforcement.
- Negative reinforcement.


You can use any quadrant of the operant conditioning do teach something. BUT (yes, big but), you have to keep in mind that operant conditioning and classical conditioning are not independent! Both can happen or happen at the same time.
The use of P+ can have adverse reactions because of classical conditioning.

Imagine a dog that only pulls on the leash when he sees another dog. We use P+ (choke chain, for instance) so he does not pull. With classical conditioning, the dog can associate the correction with pulling or/and he can associate it with other dogs. In the second hypothesis, the dog learns to associate dog to correction, so dog=bad things. With this we create a dog that is dog-reactive or dog-aggressive.

Other of the possible consequences of P+ is the association of the correction to the owner and the subsequent damaging of the dog-owner relationship.

Zuzu (sem raça defenida)
Another problem with the use of P+ is the intensity of the punishment. There are dogs more sensible than others. There are dogs that get in to shut down/learned helplessness mode because they can’t understand the reason of the punishment so they prefer to not perform any behavior. The example is an experience done with mice trapped on a cage which bottom was a shocking grid. Because they couldn’t escape the shock learned that even if they exhibited behaviors the shock was always there so, in the subsequent discharges they would just be immobile. It does not mean that the shock wasn’t hurting them; they just couldn’t avoid the shock.

10.7.13

EDUCACÃO PORTUGAL TOUR no PORTO



AINDA HÀ VAGAS É já dia 13 e 14 de Julho que temos a 2ª edição do Portugal Tour no Porto.A todos os inscritos pedimos que confirmem a vossa presença e paguem por transferência bancaria o valor da inscrição, só assim a vossa inscrição será validada.Pagamento até 5a, dia 11 de Julho.

O local do curso é no Parque da Cidade, no Porto.
O horário será:
Sábado e domingo 10h as 13h e das 15h as 19h.
Não devem alimentar os cães de manhã, para que os cães possam trabalhar melhor. Devem trazer recompensas para os cães, recomendamos frango ou moelas cozidas, salsichas de aves ou snacks para cão do LIDL em tiras ou em palitos. Devem trazer ainda um tapete ou toalha e sacos para os cocós.
Confirmem a vossa presênça pelo mail fseducacao@gmail.com
O local do curso é no Parque da Cidade, no Porto.O horário será:Sábado e domingo 10h as 13h e das 15h as 19h.Não devem alimentar os cães de manhã, para que os cães possam trabalhar melhor. Devem trazer recompensas para os cães, recomendamos frango ou moelas cozidas, salsichas de aves ou snacks para cão do LIDL em tiras ou em palitos. Devem trazer ainda um tapete ou toalha e sacos para os cocós.Confirmem a vossa presênça pelo mail fseducacao@gmail.com

13.6.12

5ºSummerDogCamp

Queres ter uma nova profissão? Queres aprender e saber mais sobre treino, educação e comportamento animal?
Cascais de 17 a 26 de Agosto, 10 dias dez temas sobre tudo isto
Pede mais informação para fseducacao@gmail.com
ou segue este evento no facebook em: https://www.facebook.com/events/309164105841787/
Programa

Módulo 1. Origem e comportamento do cão

1.              Origem do cão: o lobo como antepassado
2.              Domesticação: Tempo e local de domesticação
3.              Evidências arqueológicas e genéticas
4.              Alterações morfológicas e comportamentais na domesticação do cão
5.              Conceitos básicos de etologia e biologia evolutiva
6.              Comportamento social do lobo
7.              Comportamento social do cão
8.              Modalidades sensoriais mais relevantes no comportamento do cão
9.              Acasalamento e cuidados com as crias nos lobos e cães
10.           Sinais de comunicação em lobos e cães
11.           Principais etapas do desenvolvimento dos juvenis de lobos e cães
12.           Evolução e seleção natural
13.            Seleção natural e artificial: a formação das raças de cães
14.           Principais grupos de raças de cães
15.           As relações entre os cães e as pessoas: interpretar os comportamentos dos cães do ponto de vista do bem-estar e da saúde (e.g. indicadores de stress, agressividade, medo, sofrimento)
16.           O cão hoje


Formadora: Joana Robalo

É bióloga, mestre em Comportamento Animal, doutorada em Biologia e Professora Auxiliar no ISPA- Instituto Universitário, em Lisboa, onde leciona várias disciplinas nas Licenciaturas de Biologia e Psicologia. Faz parte da direção executiva do Centro de Biociências, é Co-Diretora da Licenciatura em Biologia e Coordenadora do Laboratório de Genética Evolutiva desta instituição. Iniciou a sua carreira de investigação estudando o comportamento e genética de peixes de água doce de Portugal, mas tem vindo a alargar o seu trabalho à genética molecular e biogeografia de outros grupos animais. Tem cerca de trinta artigos científicos publicados em revistas internacionais, bem como contributos em livros de editoras internacionais.




Módulo 2. Clicker training e a teoria da aprendizagem em animais

1.       Teoria da aprendizagem animal
2.       Como tudo começou
3.       Os balleys
·         Condicionamento Clássico
·         Condicionamento Operante
·         Reforço Positivo e Negativo
·         Castigo Positivo e Negativo
·         Extinção, Cadeias de comportamentos, etc
·         Tabelas de reforço
4.       Treino tradicional vs Treino positivo
         Ferramentas de trabalho tradicionais e positivas
·         Treino com clicker (timing, critério, comandos, generalização de exercícios)
·         Sessões de treino, planeamento de treino
           O treino de outros animais (considerações)
5.       Técnicas de treino com clicker: Luring, Targeting Shaping
6.       O treino com clicker – da teoria à prática
7.       Carregar o clicker
·         Exercícios de obediência básica com c
·         Iniciar o treino de clicker considerações e praticas corrente
·         Exercícios para melhorar a cognição do seu cão
8.       Sessão de esclarecimento para dúvidas e questões levantadas pelos participantes

Formador: Fernando Silva

Treinador de cães e outros animais desde 1985.
Curso de treinador de cães de guerra na Base Escola de Tropas Para-quedistas.
Fundador e Director do Centro de Educação Canina de Cascais (Educacão) desde 1987.
Juiz de Agility.
Comissário de Obediência.
Técnico em Terapias Assistidas com Animais.
Concorrente em classe Elite de Obediência desde o ano 2000.
9 Internacionalizações em Campeonatos do Mundo de Obediência: Portugal, Holanda, Polónia, Itália, Áustria, Croácia, Eslováquia, Dinamarca e França.
3 Vezes campeão Nacional de Obediência.
Treinador de cães para discriminação de cancro pulmonar.
Treinador de cães para deteção de aves mortas em estudos de impacto ambiental.
Treinador de animais para Cinema e Televisão.
Docente da faculdade de Psicologia de Sevilha para os Masters en Terapias Assistidas con Perros.
Orador em diversos seminários e congressos.
Autor de diversos textos e publicações sobre canicultura.
Formador em vários cursos de treino de animais para Cinema e Televisão em Portugal, Espanha e no Chile.
Formador em vários cursos e seminários sobre treino canino, Obedience e Clicker Training em Portugal, Espanha, Colômbia e  Chile.
Formador do 1º curso de Obedience em Espanha para Real Sociedade Canina.
Formador do 1º curso de Clicker Training da Fundação Once del Perro guia de Espanha.
Formador do 1º Curso de Obedience na Colombia para Associacion Canina Colombiana.
Formador de Treinadores.







Módulo 3. Treino de obediência básica e treino de cachorros

O CÃO PERFEITO
1.       Um cão em Casa
2.       Exercícios de obediência básica com clicker.
3.       Regras básicas e o que pode e não pode deixar o seu cão fazer
4.       Idade para sair à rua
o   A Socialização
o   Passeios e exercício
o   Idade para começar o treino
o   O treino do cão e a sua importância
o   Local do treino
o   Trela e coleira ou arnês
o   Puxar a trela
o   As ordens verbais
o   Sentar e deitar
o   Chamada
o   Ficar
o   Ir para um sítio
o   Não comer do chão
o   Esperar para sair e entrar à ordem
o   ETC…


Formador: Fernando Silva





Módulo 4. Primeiros socorros em cães

1.   Protocolos de medicina preventiva em cães
2.   Princípios de primeiros socorros em animais de companhia

·         Hemorragias
·         Golpe de calor
·         Envenenamentos
·         Reanimação
·         Afogamento
·         Fraturas
·         Picadas de insetos
·         etc.

Formador: Dr. Hugo Oliveira

Hospital Veterinário da Tapada das Mercês








Módulo 5. Problemas de comportamento, medos e fobias, agressividade, ansiedade por separação, etc.

1.       Identificar e evitar problemas de comportamento em cães cachorros e jovens
2.       Ambiente em casa (ou canil) do criador
•             Manipulação precoce e presença de estímulos
•             Idade de separação da mãe e irmãos
3.       Em casa do dono
•             A idade em que começou a sair a rua
•             A falta de estímulos novos e diversos
•             As mas experiências
•             Os castigos inapropriados
4.       Fora de Casa
•             As escolas e os treinadores
•             As puppy class
•             A boa socialização a base de tudo
•             O vínculo dono/animal
5.       Protocolos
•             Contra condicionamento e dessensibilização
•             Extinção de comportamentos
•             Comportamentos auto reforçados
•             Comportamentos incompatíveis
•             Estereotipias
6.       O aparecimento de medos e fobias
•             Pessoas
•             Animais
•             Ruídos
7.       A agressividade intra e interespecífica
•             Precauções
•             Sinais de alerta
•             Correção
•             Casos graves
8.       Ansiedade por separação
•             Precauções para evita-la
•             Sinais de alerta Correção
•             Casos graves
9.       Protocolos de contra condicionamento e dessensibilização
10.   Extinção de comportamentos
11.   Comportamentos auto reforçados
12.   Comportamentos incompatíveis
13.   Outros problemas de comportamento
•             Roer
•             Xixis Inapropriados
•             Mordisco
•             Comer lixo e porcarias do chão
•             etc.

Módulo 6. Busca de todo o tipo de odores com cães

1.       Generalidades del olfato canino
2.       Variedades de trabajos de detección
3.       Profundización en el trabajo de detección de serpientes:
·         Elección del perro. Nuestra experiencia.
·         Trabajo de base con el cachorro
4.       La introducción del olor y la asociación
5.       Generalización del trabajo
6.       Recursos útiles
7.       La planificación del trabajo de campo
8.       Profundización del trabajo en búsqueda y rescate:
·         Tipos de trabajos para búsqueda y rescate
9.       Elección del perro, perfil del guía
10.   Requisitos en pruebas de homologación
11.   Trabajo de base con el cachorro
12.   El perro joven iniciado, aumento de la dificultad
13.   Operatividad y organización en activaciones

Formadores: Carla Moreno / Yeray Sanchez

Yeray Sanchez

Yeray López Sánchez, Guía Canino del Grupo del Perro de Salvamento de Canarias desde 2004 hasta 2011 donde ostentó, durante esos años, algunos cargos de la junta directiva como coordinador de emergencias y secretario.
Desde el 2004 y hasta la actualidad se ha seguido formando en distintas disciplinas relacionadas con el adiestramiento canino, destacando:
Seminario Internacional para Guías y Jueces de Equipos de Perros de Salvamento celebrado en el principado de Asturias por ANGPS
Seminario de Agresividad Canina por Monique de Roeck
I Jornadas con  Perros de Rescate celebrado en la isla de Fuerteventura organizado por el Cabildo de Fuerteventura y Ayuntamiento de Puerto del Rosario.
Como complemento a su formación, también ha asistido a seminarios relacionados con algunos deportes caninos como RCI, Agility y OCI con ponentes como Agustín Jurado, Pere Saavedra y Fernando Silva respectivamente.
En el año 2011 funda la empresa MAGUDOGS B&D dedicada al adiestramiento de perros detectores y es contratado por GESPLAN para colaborar en un proyecto del Cabildo de Gran Canaria y el Gobierno de Canarias, de búsqueda de ejemplares de una especie invasora en la Isla de Gran Canaria, la Serpiente Real de California.

Carla Moreno

 

Carla Moreno Marrero, Licenciada en Veterinaria por la Universidad de Las Palmas de Gran Canaria, miembro del Grupo del Perro de Salvamento de Canarias como guía canino desde el año 2004 hasta el 2011, obteniendo la homologación en grandes áreas grado A en 2010 por la ANGPS con su perra Lía do Sorribas (Pastor Belga Malinois) en su primera convocatoria. A lo largo de estos años se ha formado en varias áreas de la educación y el adiestramiento del perro como:
Clicker, habilidades caninas; iniciación en el adiestramiento de perros de asistencia, detección de sustancias, solución de problemas de conducta y problemas de agresividad así como en algunos deportes como OCI, agility, mondioring y RCI.
Entre los ponentes más relevantes que han formado parte de su formación se encuentran Pere Saavedra, Virginia Gallego, Fernando Silva, Jaume Fatjó, Marta Amat, Monique de Roeck, Kim Moeller, Ingmar Sioen, entre otros.
Actualmente colabora con la empresa Magudogs en la formación de perros para la detección de serpientes y con la empresa de Intervención Asistida con Animales NAHAI en la formación de sus binomios guía-perro. También pertenece al Club de Agility Gran Canaria desde el año 2012 con su perra Beca (Border Collie), y al Club de Mondioring Les Chiens D’acier con su perra Flamme de la Serralada (Pastor Belga Malinois).
Paralelamente continúa con su carrera profesional profundizando su formación en materia de neonatología y pediatría canina y funda en 2012 su propia clínica veterinaria.








Módulo 7. Cães em ação. O treino para cinema, TV, anúncios e publicidade - faca do seu cão um candidato aos óscares

Os melhores cães deste curso têm entrada imediata em próximos anúncios, series, novelas ou filmes para cinema e televisão. Todos os outros ficarão a fazer parte do book da Educação para futuros castings.

1.       História do cão no cinema
2.       Importância dos animais em publicidade
3.       A ética e o bem-estar animal
•             Saúde
•             Stress
•             Horário de trabalho
•             Métodos de treino
4.       A diferença entre
•             Cinema
•             TV
•             Publicidade
•             Fotografia
5.       A hierarquia dentro de uma Produção
•             Cliente
•             Agencia
•             Realização
•             Produção
6.       O cão ator
•             Raça ideal
•             Caracter e comportamento, níveis de socialização
•             Tipo de obediência que deve ter
•             Truques e habilidades mais pedidas
•             Ferramentas de treino
•             Quanto custa filmar com um cão em Portugal
7.       Como ganhar um casting


Formador: Fernando Silva





Módulo 8. Truques e habilidades

Neste módulo pretendemos que os alunos pratiquem todas as técnicas de treino com clicker.
Que possa ser uma introdução ao Trick Dogging ou à Dança com Cães ou que,  sirva simplesmente para que Dono / Cão se divirtam, aprendendo juntos. Ao contrário dos módulos “Terapias Assistidas” ou “Cães em Ação”, este módulo é um complemento e queremos que seja uma mais-valia em termos de habilidades para ensinar ao seu cão.

1.       Treino prático de exercícios com clicker:

·         Dar a pata
·         Dizer adeus
·         Sentar em duas patas
·         Deitar a cabeça no chão
·         Fazer de Morto
·         Rebolar
·         Piruetas
·         Andar em duas patas
·         Andar para traz
·         Ir para um lugar
·         Raspar no chão
·         Vergonha
·         Fazer xixi a ordem (levantar a pata traseira)
·         Ladrar à ordem
·         Fazer o Pino
·         Andar sobre as patas da frente
·         Entrelaçar nas pernas
·         Saltar sobre as costas
·         Guardar objetos
·         Fazer círculos
·         Passar dentro de aros passar por baixo das pernas
·         Fechar portas
·         Abrir portas
·         Etc.


Formador: Fernando Silva





Módulo 9. Intensivo em terapias assistidas

2.       Antecedentes de la TAA/AAA y sus beneficios generales.
3.       Qué son las TAA/AAA en la actualidad.  Modalidades y nomenclatura.
4.       Los diferentes colectivos y campos de trabajo donde aplicar las TAA/AAA.  
5.       Tipos de animales de TAA/AAA.   Los pros y los contras y la utilización de cada uno.
6.       El bienestar animal, el bienestar humano y su aplicación en las TAA/AAA.  (Necesidades, Estrés, Riesgos y como evitarlos, Zoonosis).
7.       Ética de las sesiones desde todos los puntos de vista.
8.       Beneficios de los animales sobre las personas como recurso terapéutico: emocional, cognitivo, psicomotor y social
9.       Creando un proyecto TAA/AAA de éxito.  El uso de recursos.  La creatividad y la improvisación. 
10.   Desarrollo y metodología de sesiones de TAA/AAA.
11.   Sesiones practicas reales con la colaboración de profesionales de salud y educación. 
12.   Evaluaciones.  Científicas y observacionales.



Monitoras: Maribel Villa/Mona Tellier

Mona Tellier

Directora y Profesora del II Curso Intensivo sobre Terapias Asistidas con Animales de 26 horas de duración en colaboración con Fernando Silva (Eduçao), Braga, Portugal
Asistente del Curso de Adiestramiento sobre perros de señal. ASKAL. Mayo del 2012
Asistente del Seminario de Iniciación y nivel avanzado de Trickdogging y Dog Dancing Pere Saavedra. Abril 2012
Asistente del Curso de Chichen Camp Nivel II en Portugal. Diciembre del 2011
Directora y Profesora del I Curso Intensivo sobre Terapias Asistidas con Animales de Portugal  en colaboración con Fernando Silva (Educacao) y SCAS
Asistente del Curso de Chicken Camp, Nivel I en Portugal. Agosto del 2011
Directora y Profesora del I Curso Práctico sobre Terapias Asistidas con Animales de Portugal en colaboración con Fernando Silva (Educacao). Enero del 2011
Asistente al Seminario en Edimburgo, Escocia, con Joan Dalton sobre el proyecto  con menores "Pooch" de Estados Unidos.
Ponente en el simposio técnico sobre Risoterapia y Terapia Asistida de animales en el Centro Alzheimer Fundación Reina Sofía de Madrid sobre el trabajo de la Fundación Affinity en el campo de la geriatría y el Alzheimer
Ponente en la   Conferencia Internacional en Verona (Italia): PAA Esperienze Europee con el proyecto “Salvando Barreras”
Asistente Companion animal interventions in therapeutic practice. SCAS training course. (Inglaterra)
Asistente en la Conferencia de James Serpell: Relación Hombre-perro
Alsistente del Curso Intensivo para adiestradores en Cascais (Portugal) Fernando Silva
Asistente Seminario I sobre Manejo y Adiestramiento en Positivo, AEEC. Emily Larlhan
Asistente Curso Obediencia Clase Internacional con Paivi Laminnen, Centro Educacao,
Curso Técnico en Terapias Asistidas con Animales, Fundación Bocalan 2008
Asistente Seminario "Click to Calm". Emma Parsons y Karen Pryor
Asistente Seminario Dr. Roger Abrantes "Comportamiento Canino"
Asistente Seminario Dr. Ian Dunbar "Educación Canina en Positivo
Taller de Técnicas de Instrucción a Grupos, Entrega de Perros de Asistencia
Curso Entrenadora Perros de Asistencia, Nivel III, Fundación Bocalan. 2007
Asistente Seminario Clicker Forum, Attila Szkukalek
Curso Teórico-Práctico Etología Clínica Avanzada Canina y Felina, AEPE
Asistente Seminario "Estrés Canino", Blue Nit Dogs
Curso Obediencia Clase Internacional, (OCI) Fernando Silva
Monitora Educación Canina Nivel I y II, Fundación Bocalan. 2007
1ªs Jornadas sobre Manejo y Adiestramiento en Positivo, AEPA
Señales de Calma con Turid Rugaas
Master en Gestión Cultural, Universidad Barcelona
Licenciada en Filología Inglesa y Bellas Artes, Open University, Inglaterra


Maribel Vila

Directora y Profesora del II Curso Intensivo sobre Terapias Asistidas con Animales de 26 horas de duración en colaboración con Fernando Silva (Eduçao), Braga, Portugal
Ponente en el  II Curso sobre  “Caring, feeding and training of dogs” .Universidad de Veterinaria de Córdoba organiza para sus alumnos de I curso de Veterinaria. 
Asistente del Seminario de Iniciación y nivel avanzado de Trickdogging y Dog Dancing realizado por Pere Saavedra. Abril 2012
Asistente Curso de Chichen Camp Nivel II en Portugal. Diciembre del 2011
Directora y Profesora del I Curso Intensivo sobre Terapias Asistidas con Animales de Portugal  de  24 horas de duración en colaboración con Fernando Silva (Educacao)
Asistente Curso de Chicken Camp, Nivel I en Portugal. Agosto del 2011
Directora y Profesora del I Curso Práctico sobre Terapias Asistidas con Animales de Portugal en colaboración con Fernando Silva (Educacao).
Asistente Seminario en Edimburgo, Escocia, con Joan Dalton sobre el proyecto  con menores "Pooch" de Estados Unidos
Ponente en el simposio técnico sobre Risoterapia y Terapia Asistida de animales en el Centro Alzheimer Fundación Reina Sofía de Madrid sobre el trabajo de la Fundación Affinity en el campo de la geriatría y el Alzheimer
Ponente en la Conferencia Internacional en Verona (Italia): PAA Esperienze Europee con el proyecto “Salvando Barreras”
Ponente en el VIII Congreso Internacional sobre Terapias con Animales realizado por la Fundación Affinity en Barcelona (España) con el proyecto “Salvando Barreras”
6 Semanas de colaboración con la adiestradora Kim Moller en la protectora SPCA de San Francisco y la protectora de Peninsula Humane Society & SPCA con perro reactivos, San Francisco, USA
Asistente Workshop con Sue Sternberg en la protectora de Oakland sobre perros agresivos, Oakland, USA
Asistente Companion animal interventions in therapeutic practice. SCAS training course. (Inglaterra)
Asistente Conferencia de James Serpell: Relación Hombre-perro
Asistente Curso Intensivo para adiestradores en Cascais (Portugal)
Seminario I sobre Manejo y Adiestramiento en Positivo, AEEC. Emily Larlhan
Curso Teórico-Práctico de Etología de Primates (nivel I). fundation la Selva (Gerona)
Monitora de Educación Canina, nivel I, II. Fundación Bocalan
Curso de Obediencia Clase Internacional (OCI). Fernando Silva
Seminario "Click to Calm". Emma Parsons y Karen Pryor
Técnico en Terapia Asistida con Animales. Fundación Bocalan. 2008
Instructora Perros de Asistencia, Nivel III, Fundación Bocalan. 2007
Seminario "Educación Canina en Positivo, Educación de Perros Adultos, Clases para Cachorros". Dr. Ian Dunbar. 2007
Seminario "Do you speak Dog?". Monique De Roeck
Seminario de Agresividad Canina. Blue Nit Dogs
Seminario "Terapia Asistida con Animales…". Maria Czerwinska
Fear and Aggression Certificate.  SPCA Academy for Dog Trainers. San Francisco, USA
Dog Behavior Workshop. The inquisitive Canine. Ventura, CA (SA)
Service Dog Training Seminar. Assistance Dog Institute. Santa Roca, CA (USA)
Curso de diseño de páginas Web, Laney College. Oakland, CA (USA)







Módulo 10. Animal clicker training academy


Módulo de 10 horas que pretende dotar todos os alunos de habilidades mecânicas e práticas, para poderem treinar comportamentos básicos em todo o tipo de animais domésticos.
Aprender a elaborar um treino metódico com base no reforço positivo e no condicionamento operante, usando para isso o clicker como ferramenta de treino.
Ao mesmo tempo aprender a treinar em equipa uma vez que cada animal terá um grupo de treinadores.
No final (6ª feira), pretendemos mostrar alguns dos exercícios ensinados aos animais presentes no curso, estão previstos: galinhas, papagaios, agapornis, cabras anãs (Jovens) e ovelhas (jovens)


Este módulo é oferecido a todos os que se inscreveram no curso completo.